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Prefeitura lança campanha de comunicação com foco em atitudes inclusivas

A Prefeitura lançou nesta quinta-feira (23/5), no Salão Brasil, a campanha de comunicação de Acessibilidade Atitudinal. O objetivo é ensinar atitudes inclusivas (exemplos abaixo) para a sociedade saber se portar de forma adequada e respeitosa diante de uma pessoa com deficiência, garantindo a promoção de seus direitos

 

O prefeito Rafael Greca, a secretária Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Priscilla Roberta Gaspar de Oliveira, e convidados assistiram ao primeiro vídeo da campanha. Priscilla está em Curitiba para conhecer o trabalho da gestão municipal na área da Pessoa com Deficiência.

“Curitiba estima a inclusão. Porque as pessoas nascem ou se tornam deficientes, mas a cidade não pode ser deficiente humanitária. Não pode abrir mão de ser o espaço da igualdade de oportunidade para todos. Nós queremos uma Curitiba cada vez mais inclusiva e acessível”, afirmou o prefeito.

A secretária nacional é surda, se comunicou com auxilio de um intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e chamou atenção para as ações do município para a inclusão no mercado de trabalho. Em 2018, 2.500 vagas foram disponibilizadas nos Mutirões da Empregabilidade realizados pela Prefeitura.  

“O termo correto é pessoa com deficiência, é um termo com que elas se sentem bem. Quero lembrar que são pessoas,  precisamos ter empatia e lembrar que todos têm capacidade e os mesmos direitos”, afirmou a secretária.

Segundo ela, também é preciso encarar a realidade. “As pessoas com deficiência precisam de políticas públicas especificas nas áreas da saúde, educação e empregabilidade. Fiquei impressionada com o trabalho que é desenvolvido aqui em Curitiba”, ressaltou.

A visita de Priscilla a Curitiba começou quando conheceu, no início desta manhã, a sede da Assessoria da Pessoa com Deficiência, a Central de Libras e o Ônibus Acesso – dois dos principais serviços da pasta. Ela também irá à Câmara Municipal, na tarde desta quinta-feira.

Presenças

Participaram o vereador Pier Petruzziello; o deputado estadual de Minas Gerais Guilherme Ferreira Filho; o secretário do Esporte, Lazer e Juventude, Emílio Trautwein; a secretária municipal da Educação, Maria Sílvia Bacila, e a superintendente Elisângela Mantagute (Gestão Educacional); e a procuradora-geral do município, Vanessa Volpi.

Atitudes inclusivas

A campanha terá divulgação nas redes sociais da Prefeitura e na mídia embarcada nos ônibus e terminais da cidade. O primeiro vídeo foi protagonizado pela cantora e empresária Amanda Lyra, cadeirante, e é totalmente acessível: tem áudio descrição, janela de Libras e legenda.  

“Todos os dias enfrentamos barreiras nas ruas, no transporte e nas edificações. Mesmo sem perceber, algumas pessoas tomam atitudes que reforçam e até aumentam as barreiras”, explica Amanda.

A série será composta por outros quatro vídeos, com protagonistas com deficiência intelectual, auditiva, visual e Transtorno do Espectro Autista.

“Todos são personagens reais, que falam com propriedade sobre as barreiras enfrentadas no cotidiano”, explica Denise Moraes, coordenadora da Assessoria de Direitos da Pessoa com Deficiência. 

A campanha foi realizada em parceria com o Instituto Municipal de Turismo e também será divulgada para o setor. “A ideia é disseminar a informação para que os turistas com deficiência sejam bem atendidos e se sintam acolhidos em Curitiba”, afirma Tatiana Turra, presidente do instituto.

 

 

Exemplos de atitudes inclusivas

- Converse respeitosamente e naturalmente com a pessoa com deficiência;

- Não é preciso ter pena. Comporte-se de igual para igual, lembrando que todos têm direitos e deveres;

- Se uma pessoa com deficiência precisa de ajuda pergunte-a como auxiliar. Se se ela negar não insista. Ela conhece seus limites;

- Seja atencioso e discreto. Isso evita constrangimentos;

- Não tente mascarar a situação, a pessoa sabe da sua deficiência;

- Não tenha receio em usar palavras como “ande”, “corra” e “caminhe”. As pessoas com deficiência física também as usam;

- Se a conversa for demorar, sente-se. Para uma pessoa em cadeira de rodas, não é confortável ficar olhando para cima tanto tempo;

- Para ajudar uma pessoa de cadeira de rodas a descer uma rampa: desça primeiro e segure a cadeira: é mais seguro para os dois;

- Ande na mesma velocidade do movimento da cadeira de rodas ou no ritmo de marcha da pessoa que utiliza muletas;

- Ao acomodar as muletas, depois que a pessoa se sentar, deixe-as sempre ao alcance de suas mãos.

 

Leia a matéria no site da Prefeitura de Curitiba

 

Fonte: Prefeitura Municipal de Curitiba

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